23Agosto2017

Quem Somos

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Histórico

Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Extrativas do Estado de Minas Gerais, "FTIEMG", foi reconhecida em 28 de novembro de 1957 por carta do Ministro de Estado dos Negócios do Trabalho, Indústria e Comércio, Parsifal Barroso.

Foi constituída inicialmente pelos seis sindicatos que seguem:

  • Nova Lima;
  • Passagem Mariana;
  • Congonhas do Campo;
  • Cachoeira do Campo;
  • Conselheiro Lafaiete;
  • Itabira.


Hoje a Federação conta com 15 entidades sindicais filiadas.

Na década de 1980, iniciou-se a organização das primeiras associações de extração de madeira e lenha, florestamento e reflorestamento. Até essa data, houve intensa discussão sobre o setor a que deveria pertencer a extração vegetal: ao extrativismo (basicamente mineral, naquele período) ou às atividades agrícolas.

Em 1978, a primeira vertente venceu. Somente depois dessa definição, foi possível a organização de entidades representativas em Minas Gerais, único Estado em que esse processo se deu (nos outros, a atividade extrativa vegetal continua fragmentada e desorganizada).

A primeira associação originou-se no município de Dionísio, em 1981, para representar basicamente os trabalhadores da antiga CAF (Cia Agrícola Florestal Santa Bárbara). No mesmo ano, surgiram mais duas: em Carbonita e Açucena. A partir daí, as entidades se fixaram em várias localidades, como Itamarandiba, Capelinha, Santa Bárbara, Timóteo, Grão-Mogol, Córrego Novo, Caeté, Itabira, Virginópolis (hoje, Guanhães e Região), Nova Era, Antônio Dias, Ipaba e Caratinga. Atualmente, temos 15 sindicatos extrativos em Minas.

Missão

A FTIEMG tem procurado auxiliar sempre seus filiados. Sua luta pelos direitos trabalhistas é árdua, mas apresenta bons frutos. Através de seminários e cursos, leva a conscientização sobre a importância dos sindicatos, além de abordar outros temas relevantes, como a segurança, a prevenção de doenças profissionais e as perspectivas do mercado de trabalho.

A Federação auxilia o governo na fiscalização das condições de trabalho nas empresas do ramo e realiza negociações salariais com os patrões. Ou seja, luta para garantir o melhor para os trabalhadores extrativos. Para isso, utiliza os meios necessários, como a veiculação de denúncias e matérias nos jornais diários. Muitas vezes, a Federação e os sindicatos auxiliam não só os trabalhadores filiados mais a comunidade, providenciando tratamento médico para famílias do interior.